É um fato inegável que um dos maiores problemas no nosso país seja a doutrinação ideológica nas universidades e escolas. Eu mesma passei por isso quando cursava jornalismo. A maioria dos professores (tinha algumas excessões) entrava em sala de aula preparados para conquistar jovens adeptos, que ainda são imaturos e não possuem conhecimento suficiente para discernir o que é, de fato, realidade ou ilusão. Fazem lavagem cerebral mesmo e criam um exército para repetir os slogans famigerados da esquerda. Ao invés de criarem pensadores e verdadeiros estudiosos, criam militantes políticos. Eu mesma já acreditei nas falácias da esquerda por ter sido manipulada no início do curso, mas me livrei dessas mentiras através de leituras que nunca foram indicadas no ambiente acadêmico.
Apesar de eu ter consciência de que ainda preciso ler e aprender muito, poucos livros já foram capaz de me tirar do estado de dormência no qual me encontrava, então, cito aqui alguns que me ajudaram a enxergar além:
- O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, de Olavo de Carvalho
- Esquerda Caviar, de Rodrigo Constantino
- Ensaio sobre a pobreza, de Alex de Tocqueville
- Política da Prudência, de Russel Kirk
- O livro negro do Comunismo, vários autores
- A Revolta de Atlas, de Ayn Rand
Agora comecei a leitura do "Jardim das Aflições", também de Olavo de Carvalho.
Tenho ainda uma fila enorme para compreender melhor os aspectos desta trama. Entre alguns autores que pretendo estudar estão: Aldous Huxley, Edmund Burke, Roger Scruton, Mário Ferreira dos Santos e G. K. Chesterton.
Em vista disso, percebo a importância do Projeto Escola Sem Partido, que é inteiramente dedicado ao problema da instrumentalização do ensino para fins políticos e ideológicos. Esta pauta foi criada para mostrar que esse problema não apenas existe, como está presente, de algum modo, em praticamente todas as instituições de ensino do país.
A grande maioria dos educadores e algumas autoridades, quando não estão promovendo doutrinações, fingem não ver o problema ou recusam-se em admiti-lo, seja por pura complacência ou covardia.
Como diz na apresentação desta ideia, "numa sociedade livre, as escolas deveriam funcionar como centros de produção e difusão do conhecimento, abertos às mais diversas perspectivas de investigação e capazes, por isso, de refletir, com neutralidade e equilíbrio, os infinitos matizes da realidade".
Neste vídeo, Miguel Nagib, explica um pouco sobre o projeto.
Aqui, Olavo de Carvalho fala sobre a doutrinação nas escolas.
Para quem quiser conhecer um pouco mais sobre este projeto, o site oficial é este aqui.
Que isso possa realmente se concretizar em nosso país, nós merecemos escolas sem partido onde não existam professores com pretensões ideológicas claramente hegemônicas.
