Sim, eu confesso, já fui da esquerda. Era realmente muito confortante viver na mentira, embebida por ilusões acadêmicas que não levavam a nada. Ah, mas ser de esquerda era sinônimo de ser inteligente, né? E eu era revolucionária também, óbvio. Meu ego adorava discutir em alto e bom tom que a culpa era do FMI, do capitalismo selvagem, do imperialismo americano, da globalização, etc. Nossa, quanta inteligência! Esta com certeza não é manipulada pela Veja e pela Globo!
Rá!
Me arrependo amargamente de ter deixado me ludibriar por tamanha mentira. Esses dias li uma frase assim: “Quem nunca foi comunista até os 20 anos, não tem coração. Quem continua a ser após os 40 anos, não tem cérebro”. Concordo.
Exceto para políticos, professores universitários e blogueiros sustentados pelo governo, a cortina nefasta da esquerda uma hora cede, e podemos ver a realidade como ela é. Rasgam-se os véus. Pela Graça Divina, as leituras que fiz e tenho feito, muitas por indicações de pessoas que admiro e respeito muito, tem me mostrado diariamente a verdadeira realidade. Aquela que está atrás das cortinas. Eu estava sendo uma imbecil acreditando em todas aquelas ideias que foram responsáveis pela morte de mais de 100 milhões de dissidentes e espalhou o terror, a miséria e a fome por um quarto da superfície da Terra. Se quiserem, podem ler mais no “Livro Negro do Comunismo”. Ou no livro "O mínimo que você precisar saber para não ser um idiota".
Em 2007 comemorou-se o aniversário de 90 anos da Revolução Russa de 1917 e 40 anos da morte de Che Guevara. Os mitos e o idealismo dessas datas camuflam a mais assustadora criminalidade do século XX. Poderíamos dizer que o comunismo foi a pior e mais destruidora tragédia da história humana. Em números de mortos, supera o nazismo e demais guerras mundiais somadas. O golpe de Estado bolchevique de 1917 foi o prenúncio da devastação de um país: a Rússia no começo do século XX era um das nações mais ricas do mundo.
Che Guevara? Para quem idealiza a paz mundial, era um homem que acreditava na violência como resposta para todos os problemas do mundo e liderou pelotões de fuzilamento. Foi um defensor das piores e mais criminosas ditaduras, criador de campos de concentração e trabalhos forçados em Cuba.
Como eu pude defender a cultura da morte? Como fui ingênua. Graças a Deus me livrei da baboseira esquerdista.
Esquerda e socialismo estão revestidos de ideias que encobrem as ambições sociopáticas de semi-intelectuais ávidos de poder.
Bem vindo ao mundo de uma simples jornalista que resolveu reagir ao caos. Aos que cansaram de gastar tempo com trivialidades e entenderam que a vida é um grande presente de Deus para nos aperfeiçoarmos. Aos que perceberam que só chegaremos perto da verdadeira realidade quando formos humildes suficiente para começarmos, sinceramente, a percorrer os degraus da luz - seja por meio do intelecto ou do coração.
“A verdade é para quem a procura sinceramente, não para quem tem apenas curiosidade ociosa. É fácil acreditar quando se vê: dispensa a busca e o esforço. Descobrem a verdade além dos sentidos os que a merecem por terem vencido o seu natural ceticismo materialista.”
Mahavatar Babají
terça-feira, 15 de abril de 2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Aula sobre socialismo
"Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.
Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.
O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas." Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "A".
Após calculada a média da primeira prova todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina... Para sua total surpresa.
O professor explicou: "o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto isso.”
1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la;
5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação."
Socialismo e Comunismo só são bom para os governantes, pena que o povo queira sonhar com o paraíso na terra prometida pelos Marxistas. Ó, grande ilusão! Mas tudo bem, quem não foi marxista um dia? Seríamos desumanos se não fôssemos, afinal, todos são ingênuos em determinados momentos da vida... Mas permanecer nesta teoria, daí já não dá. Sinal de que ficamos estagnados, não evoluímos. Olavo de Carvalho, lembra em um de seus artigos que o socialismo matou mais de 100 milhões de dissidentes e espalhou o terror, a miséria e a fome por um quarto da superfície da Terra. Todos os terremotos, furacões, epidemias, tiranias e guerras dos últimos quatro séculos, somados, não produziram resultados tão devastadores. Isto é um fato puro e simples, ao alcance de qualquer pessoa capaz de consultar O Livro Negro do Comunismo e fazer um cálculo elementar.
Em 2007 comemora-se o aniversário de 90 anos da Revolução Russa de 1917 e 40 anos da morte de
Che Guevara na Bolívia. Os mitos e o idealismo dessas datas camuflam a mais assustadora criminalidade do século XX. Poder-se-ia dizer que o comunismo foi a pior e mais destruidora tragédia da história humana. Em números de mortos, supera o nazismo e demais guerras mundiais somadas. O golpe de Estado bolchevique de 1917 foi o prenúncio da devastação de um país: a Rússia no começo do século XX era um das nações mais ricas do mundo.
E Che? Che Guevara é produto dessa mentira histórica, dessa cumplicidade criminosa dos intelectuais do século XX. O mito Che não sobrevive à realidade; ele é o contrário daquilo que representa. Em nome da liberdade, foi um defensor das piores e mais criminosas ditaduras, criador de campos de concentração e trabalhos forçados em Cuba. Prócer do idealismo e da vida faustosa, não passava de um fanático e um assassino em massa, executor sumário de centenas de inocentes. E para aqueles que idealizam a paz mundial, era um homem que acreditava na violência como resposta para todos os problemas do mundo.
Ludwig von Mises, economista e professor austríaco, em seu livro ‘Socialismo’, publicado em 1922, previu com acerto que o socialismo, se levado às suas útimas conseqüências, não poderia funcionar, isto é, satisfazer a sua promessa de prover o verdadeiro bem-estar da sociedade. Isto porque, com o planejamento centralizado em lugar de um sistema de preços livremente estabelecidos pelo mercado, não poderia contar com esta ferramenta – os preços livres – indispensável para que os agentes econômicos possam determinar, com a menor margem de erro possível, o que produzir, em que quantidades e momentos.
Idiotas,
acham que capitalismo é ideologia. O capitalismo não é uma ideologia – é uma
realidade continuamente aperfeiçoada pela ciência. Ideologia é o socialismo – o
vestido de idéias que encobre as ambições sociopáticas de semi-intelectuais
ávidos de poder.
O
capitalismo não é uma ideologia – é uma realidade continuamente
aperfeiçoada pela ciência. Ideologia é o socialismo – o vestido de
idéias que encobre as ambições sociopáticas de semi-intelectuais ávidos
de poder.
O
capitalismo não é uma ideologia – é uma realidade continuamente
aperfeiçoada pela ciência. Ideologia é o socialismo – o vestido de
idéias que encobre as ambições sociopáticas de semi-intelectuais ávidos
de poder.
O
capitalismo não é uma ideologia. É um sistema econômico que existiu e
provou suas virtudes desde dois séculos antes que alguém se lembrasse de
formulá-lo em palavras. E o primeiro que esboça essa formulação, Adam
Smith, não é de maneira alguma um ideólogo, um inventor de símbolos
retóricos para construir futuros no ar em favor de tais ou quais
ambições de classe. É um homem de ciência em toda a extensão do termo,
esboçando hipóteses para descrever e explicar uma realidade existente. O
socialismo, em contrapartida, milênios antes de existir sequer como
estratégia política concreta já tinha seus ideólogos, seus embelezadores
de enganos, seus estilistas de interesses de grupos ressentidos e
ambiciosos. Por isso, o confronto de socialistas e liberais não opõe
ideologia a ideologia: a defesa do socialismo é sempre a auto-atribuição
ideológica dos méritos imaginários de um futuro possível, a do
capitalismo é sempre a análise científica de processos econômicos
existentes e dos meios objetivos de aumentar sua eficiência. - See more
at:
http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2013/09/capitalismo-e-socialismo-equivalentes.html#sthash.kruF5MF4.dpuf
O
capitalismo não é uma ideologia. É um sistema econômico que existiu e
provou suas virtudes desde dois séculos antes que alguém se lembrasse de
formulá-lo em palavras. E o primeiro que esboça essa formulação, Adam
Smith, não é de maneira alguma um ideólogo, um inventor de símbolos
retóricos para construir futuros no ar em favor de tais ou quais
ambições de classe. É um homem de ciência em toda a extensão do termo,
esboçando hipóteses para descrever e explicar uma realidade existente. O
socialismo, em contrapartida, milênios antes de existir sequer como
estratégia política concreta já tinha seus ideólogos, seus embelezadores
de enganos, seus estilistas de interesses de grupos ressentidos e
ambiciosos. Por isso, o confronto de socialistas e liberais não opõe
ideologia a ideologia: a defesa do socialismo é sempre a auto-atribuição
ideológica dos méritos imaginários de um futuro possível, a do
capitalismo é sempre a análise científica de processos econômicos
existentes e dos meios objetivos de aumentar sua eficiência. - See more
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quarta-feira, 9 de abril de 2014
Busque a Deus
Trecho do livro "O Sermão da Montanha, segunda o Vedanta, do SWAMI PRABHAVANANDA".
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão
saciados. (Disse Jesus)
Qual é a justiça da qual o Cristo nos quer sedentos e famintos? Trata-se da justiça que em inúmeras passagens do Antigo Testamento é praticamente sinônimo de salvação — noutras palavras, libertação do mal e união com Deus. Esta justiça, portanto, nada tem a ver com o que comumente pensamos como virtudes morais ou boas qualidades, não se relaciona com o bem em oposição ao mal, nem com a virtude
em oposição ao vício; trata-se da justiça absoluta, da bondade absoluta. O faminto e sedento de justiça de que fala o Cristo é o faminto e sedento do próprio Deus. Já se salientou que a maioria de nós
não quer de fato Deus. Se nos analisarmos, descobriremos que nossos interesses relativos a Deus quase nada têm da força do nosso interesse por todo tipo de objetos materiais. Mas até mesmo um ligeiro
desejo de conhecer a realidade divina é um começo que nos pode levar mais acima.
Precisamos começar com um esforço próprio. Precisamos batalhar para desenvolver o amor ao Senhor, praticando a relembrança dele, rezando, adorando e meditando. À medida que praticarmos essas disciplinas espirituais, o nosso frágil desejo de compreendê-lo há de intensificar-se, até se converter em fome violenta, em sede ardente.
Àqueles que lhe perguntavam como compreender Deus, Sri Ramakrishna
dizia:
''Gritem-lhe com um coração anelante, e então vocês o verão. Após a luz
rósea da aurora, surge o Sol; do mesmo modo, ao anelo segue-se a visão de Deus. Ele se revelará a vocês se vocês o amarem com a força combinada destes três apegos: o apego do avaro à sua riqueza, o da mãe à criança recém-nascida e o da esposa virtuosa a seu
marido. “O anelo intenso é o caminho mais seguro para a visão de Deus.”
Precisamos aprender a direcionar todos os nossos pensamentos e toda a nossa energia, de forma consciente, para Deus. É preciso que se erga em nossa mente uma onda gigantesca de pensamento, envolve
ndo todos os desejos e paixões que nos desviam da meta espiritual. Quando a mente se torna focalizada e concentrada em Deus,
então seremos locupletados de justiça. Conta-se a história de um discípulo que perguntou ao mestre:
— Senhor como pode ter a percepção de Deus?
— Venha — disse o mestre —, vou lhe mostrar.
O mestre levou o discípulo a um lago e
ambos mergulharam. De repente, o
mestre chega ao discípulo a afunda-lhe a
cabeça na água. Momentos depois, o solta e
pergunta-lhe:
— Então, como se sentiu?
— Oh, eu quase morri de falta de ar — disse ofegante o discípulo.
Então o mestre retrucou:
— Quando você tiver essa mesma sensação
intensa por Deus, não precisará
mais esperar muito pela visão dele.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão
saciados. (Disse Jesus)
Qual é a justiça da qual o Cristo nos quer sedentos e famintos? Trata-se da justiça que em inúmeras passagens do Antigo Testamento é praticamente sinônimo de salvação — noutras palavras, libertação do mal e união com Deus. Esta justiça, portanto, nada tem a ver com o que comumente pensamos como virtudes morais ou boas qualidades, não se relaciona com o bem em oposição ao mal, nem com a virtude
em oposição ao vício; trata-se da justiça absoluta, da bondade absoluta. O faminto e sedento de justiça de que fala o Cristo é o faminto e sedento do próprio Deus. Já se salientou que a maioria de nós
não quer de fato Deus. Se nos analisarmos, descobriremos que nossos interesses relativos a Deus quase nada têm da força do nosso interesse por todo tipo de objetos materiais. Mas até mesmo um ligeiro
desejo de conhecer a realidade divina é um começo que nos pode levar mais acima.
Precisamos começar com um esforço próprio. Precisamos batalhar para desenvolver o amor ao Senhor, praticando a relembrança dele, rezando, adorando e meditando. À medida que praticarmos essas disciplinas espirituais, o nosso frágil desejo de compreendê-lo há de intensificar-se, até se converter em fome violenta, em sede ardente.
Àqueles que lhe perguntavam como compreender Deus, Sri Ramakrishna
dizia:
''Gritem-lhe com um coração anelante, e então vocês o verão. Após a luz
rósea da aurora, surge o Sol; do mesmo modo, ao anelo segue-se a visão de Deus. Ele se revelará a vocês se vocês o amarem com a força combinada destes três apegos: o apego do avaro à sua riqueza, o da mãe à criança recém-nascida e o da esposa virtuosa a seu
marido. “O anelo intenso é o caminho mais seguro para a visão de Deus.”
Precisamos aprender a direcionar todos os nossos pensamentos e toda a nossa energia, de forma consciente, para Deus. É preciso que se erga em nossa mente uma onda gigantesca de pensamento, envolve
ndo todos os desejos e paixões que nos desviam da meta espiritual. Quando a mente se torna focalizada e concentrada em Deus,
então seremos locupletados de justiça. Conta-se a história de um discípulo que perguntou ao mestre:
— Senhor como pode ter a percepção de Deus?
— Venha — disse o mestre —, vou lhe mostrar.
O mestre levou o discípulo a um lago e
ambos mergulharam. De repente, o
mestre chega ao discípulo a afunda-lhe a
cabeça na água. Momentos depois, o solta e
pergunta-lhe:
— Então, como se sentiu?
— Oh, eu quase morri de falta de ar — disse ofegante o discípulo.
Então o mestre retrucou:
— Quando você tiver essa mesma sensação
intensa por Deus, não precisará
mais esperar muito pela visão dele.
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